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Vista aérea do rio

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Rio Vivo: Iniciadas as obras na Bacia do Rio Santo Antônio


A execução da iniciativa Rio Vivo teve início nos municípios de Ferros, Santo Antônio do Rio Abaixo, São Sebastião do Rio Preto e Itambé do Mato Dentro, na bacia do Rio Santo Antônio. Os últimos encontros, antes do início das atividades de campo, reuniram representantes dos imóveis rurais de Ferros e Itambé do Mato Dentro, que participaram de uma reunião junto à empresa contratada e ao Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Santo Antônio. Ao todo, serão cercadas 255 nascentes e implantados 209 Sistemas de Tratamento de Esgoto Doméstico.




O objetivo do evento foi proporcionar aos participantes informações sobre o funcionamento dos Comitês de Bacia, da Agedoce e da Escola de Projetos. Além disso, houve apresentações sobre os recursos da cobrança pelo uso da água, programas, histórico da Iniciativa Rio Vivo no município, a importância da manutenção das estruturas implantadas nos imóveis e, ainda, acerca dos projetos elaborados.


Durante o encontro, os representantes dos imóveis rurais preencherem e assinaram o Termo de Anuência para aderir à Iniciativa Rio Vivo e permitir o livre acesso da empresa executora ao imóvel para a execução das obras, serviços e trabalhos necessários à implantação das intervenções. Por meio do documento também se comprometerem com a constante preservação e manutenção das estruturas implantadas nos imóveis.


OS PROGRAMAS


O Programa de Expansão do Saneamento Rural (P42) tem como objetivo a implantação de sistemas de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto para população rural, com aproveitamento racional e disposição adequada dos resíduos coletados.


Já com foco na melhoria da qualidade e da quantidade de água na bacia, o Programa de Recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Nascentes (P52) tem como objetivo promover um levantamento de áreas críticas e prioritárias para recomposição ou adensamento de matas ciliares e de topos de morro, assim como caracterizar e recuperar nascentes e áreas degradadas.


Fonte: Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Doce

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