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Levantamento da geodiversidade contribui para desenvolvimento sustentável da atividade mineral em MG

Durante palestra em evento no MM Gerdau, o geógrafo do Serviço Geológico do Brasil (SGB) Marcelo Dantas destacou a importância das ações para uso adequado dos recursos naturais

Evento marcou os 13 anos do Museu das Minas e do Metal (Foto: SGB)

As ações do Serviço Geológico do Brasil (SGB) na área de geologia ambiental são essenciais para a gestão e planejamento territorial, além de contribuírem para o desenvolvimento sustentável do estado de Minas Gerais. É o que destacou o geógrafo da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT) do SGB Marcelo Dantas, durante bate-papo nesta quinta-feira (22) no MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte.


A roda de conversa teve como tema: “Levantamento da Geodiversidade do Brasil: A Experiência do SGB-CPRM e Novas Aplicações Direcionadas ao Fomento do Geoturismo". Na ocasião, Dantas ressaltou o potencial mineral do estado e destacou que “sem rigorosos critérios de controle ambiental, a atividade pode produzir dramáticos prejuízos para a sociedade local”.


De acordo com o pesquisador em geociências:

“Os projetos de geodiversidade procuram atuar nessa direção, incentivando o desenvolvimento da atividade mineral de forma sustentável, com preservação ambiental, inclusão social e distribuição das riquezas auferidas pela mineração."

Por meio do programa Levantamento da Geodiversidade, o SGB gera subsídios para gestão e planejamento ambiental em diferentes escalas. Em mapas produzidos a partir dos estudos, os pesquisadores disponibilizam informações geocientíficas que orientam sobre o uso adequado do território nas áreas de: construção civil, agricultura, gestão dos recursos minerais e geoturismo.


Geoturismo

Durante o diálogo, o geógrafo do SGB falou sobre os projetos desenvolvidos no estado. Um deles é o Projeto de Fomento ao Geoturismo da Serra da Canastra. A iniciativa consiste em incentivar o uso do patrimônio geológico como atrativo turístico, de modo a promover a divulgação das geociências e o uso racional e sustentável da região. O projeto contribui para o desenvolvimento socioeconômico do estado.


Ocupação científica
(Foto: SGB)

O bate-papo ocorreu durante a ocupação “CPRM - Conservação da Geodiversidade”, realizada como parte das comemorações pelos 13 anos do MM Gerdau. O Museu é um espaço cultural dedicado à preservação da história da geologia e frequentado por pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo estudantes, pesquisadores e visitantes em geral.


Ao participar desses eventos, o SGB tem a oportunidade de interagir diretamente com o público e divulgar o conhecimento geocientífico ao contextualizar as exposições, responder a perguntas, fornecer informações e esclarecer dúvidas sobre geologia, recursos minerais e hidrologia. Mais de 200 pessoas passaram pelo ocupação ao longo do dia e puderam conhecer ações do SGB.


Os participantes também tiveram acesso ao “Portfólio de Produtos da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT)”. A diretora da DHT, Alice Castilho, destacou a importância das ações e do documento que traz as informações sobre os programas. Com o portfólio, gestores públicos e demais setores da sociedade podem identificar quais ações são mais adequadas às suas necessidades.


Uma das principais atrações na ocupação foi a caixa de areia, também chamada de sandbox. Essa é uma ferramenta de ensino que permite que as pessoas possam interagir, fazer modelagem de terrenos e, de forma lúdica, aprender sobre processos geológicos (como enchentes e deslizamentos).


O gerente de Infraestrutura Geocientífica da Superintendência Regional de Belo Horizonte, Júlio Pinho, destacou que o evento foi uma oportunidade importante para divulgar o trabalho do SGB e a relevância de suas ações para o dia a dia das pessoas. “A exposição foi pensada para propiciar a interação das pessoas com nossa equipe e com os produtos, tocar o material, ver como se faz uma análise de água mineral, enfim, interagir com tudo”.


Para a diretora do MM Gerdau, Márcia Guimarães, a participação do SGB foi muito importante e está de acordo com a missão do Museu: valorizar o patrimônio geológico e cultural a partir do universo dos minerais.

“Tivemos a alegria em firmar mais essa parceria no dia em que o MM Gerdau completou 13 anos de abertura ao público. Ao longo desses anos, quase 1,5 milhão de pessoas passaram pelo Museu e experienciaram o universo da geociências por meio de atividades de divulgação científica, como a que foi realizada nesta quinta-feira”, destacou.

Estiveram presentes no evento a diretora da DHT, Alice Castilho, o superintendente regional Marlon Marques Coutinh0, e os pesquisadores e analistas do SGB que fizeram apresentações nos stands: Júlio Murilo Martino Pinho, José Adilson Dias Cavalcanti, Marcelo Eduardo Dantas, Heródoto Goes, Marcos Cristóvão Baptista, Lorena Michelle Oliveira Vaz, Álvaro César Elias Mendes e a equipe de Tecnologia da Informação: Luiz Eduardo Donato de Araújo e Israel Felipe dos Santos, responsáveis pelo sandbox.


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Serviço Geológico do Brasil

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FONTE: Serviço Geológico do Brasil - CPRM

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