Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca reforça reforça a importância de integração para construção de respostas
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Neste 17 de junho, Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, a Associação Brasileira de Recursos Hídricos, ABRHidro, soma-se à reflexão global sobre a necessidade de reconhecer, respeitar e restaurar ecossistemas fundamentais para a vida, a produção de alimentos, a biodiversidade e a segurança hídrica.
Em 2026, a data internacional chama atenção para as pastagens naturais, ambientes que cobrem grande parte da superfície terrestre, sustentam meios de vida, abrigam biodiversidade e exercem papel relevante no equilíbrio climático. Segundo a mensagem das Nações Unidas, cerca de metade dessas áreas encontra-se degradada ou em risco, cenário que ameaça sistemas alimentares, comunidades locais, serviços ecossistêmicos e a capacidade dos territórios de responder aos efeitos das mudanças climáticas.
A desertificação, a degradação da terra e a seca não são temas isolados da agenda da água. Estão diretamente relacionados à disponibilidade hídrica, à conservação de bacias hidrográficas, à recarga de aquíferos, ao uso sustentável do solo, à produção agropecuária, à proteção de ecossistemas e à resiliência de populações vulneráveis.
No Brasil, a data reforça a importância de integrar ciência, governança, monitoramento, políticas públicas e cooperação institucional na construção de respostas aos desafios da escassez hídrica e dos eventos climáticos extremos.
Investir na recuperação de áreas degradadas, na proteção dos mananciais, na gestão integrada das bacias hidrográficas e na segurança hídrica é essencial para reduzir vulnerabilidades e fortalecer a adaptação dos territórios. Em um país marcado por diferentes realidades climáticas, incluindo regiões suscetíveis à seca e à desertificação, essa agenda exige conhecimento técnico, participação social e compromisso permanente com a sustentabilidade.
Neste Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, a ABRHidro reafirma seu compromisso com a produção e a disseminação do conhecimento, com o fortalecimento da gestão das águas e com a construção de soluções que contribuam para um futuro mais resiliente, justo e sustentável.






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