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Vista aérea do rio

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CARTA ABERTA - Dia Mundial da Água 2026

22 de mar.
3 min de leitura
ABRHidro em Valorização ao Dia Mundial da Água 2026 

Água e Gênero: lideranças em movimento, soluções em construção


Hoje, 22 de março de 2026, celebramos o Dia Mundial da Água, data instituída pela Organização das Nações Unidas para mobilizar a sociedade em torno de um tema que atravessa a vida, a saúde, o desenvolvimento, a justiça social e o futuro coletivo. Neste ano, a ONU propõe ao mundo a reflexão sobre Água e Gênero, reforçando que o acesso à água, ao saneamento e à higiene está profundamente ligado à equidade e às oportunidades de milhões de mulheres e meninas.


Nós, da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRHidro), nos somamos a essa agenda global com convicção. E, como de praxe, reafirmamos aquilo que orienta nossa atuação todos os dias: todo dia é dia da água. Esta não é, para nós, uma data isolada. É um marco simbólico de um compromisso permanente com a ciência, com a governança, com a participação social e com o fortalecimento da política hídrica no Brasil.


Em 2026, ao ecoar a campanha internacional, a ABRHidro escolhe reforçar uma mensagem clara: a agenda da água precisa reconhecer e ampliar o protagonismo das mulheres nos espaços de pesquisa, formulação, gestão, articulação institucional e tomada de decisão. Não se trata de um acréscimo lateral ao debate hídrico. Trata-se de uma dimensão essencial da própria qualidade da gestão das águas.


A ABRHidro vive esse momento também por meio de sua própria trajetória institucional. A atual gestão, presidida por Suzana Montenegro e com Conceição de Maria Albuquerque Alves na vice-presidência, expressa uma associação que reconhece a força da liderança feminina e a importância de mais representatividade na condução do setor. Esse movimento se soma a um processo mais amplo, que a própria entidade já destacou recentemente ao afirmar que a ciência da água também tem rosto de mulher.


Diante dos desafios impostos pelas mudanças do clima, pelos eventos extremos, pela insegurança hídrica e pelas desigualdades de acesso, reafirmamos, mais uma vez, três bandeiras fundamentais da ABRHidro.


A primeira é a gestão das águas como política de Estado. A agenda hídrica precisa ser tratada com continuidade, prioridade pública e visão estratégica. Segurança hídrica não pode depender de respostas pontuais ou de ciclos curtos. Exige compromisso institucional permanente.

A segunda é o fomento à pesquisa e à inovação. Não há resposta consistente para os desafios da água sem investimento em ciência, dados, monitoramento, tecnologia, formação e inteligência aplicada. Soluções em construção exigem base técnica sólida e compromisso com a produção de conhecimento.

A terceira é o fortalecimento da participação social. A água precisa ser governada com diálogo, pluralidade e articulação entre instituições, territórios e pessoas. Uma agenda hídrica forte precisa ser democrática, colaborativa e aberta à diversidade de experiências e vozes.


Em 2026, essas bandeiras permanecem enquanto pilares do nosso trabalho incansável, mas se ampliam a partir do tema Água e Gênero proposto pela campanha. Porque falar em gênero, no campo da água, é falar em acesso, dignidade, tempo, saúde, educação, segurança, trabalho, reconhecimento e representatividade. É falar em mulheres que já estão movendo a ciência, a gestão, os comitês, os projetos, a pesquisa e a inovação, muitas vezes ainda sem a mesma visibilidade ou espaço de decisão que deveriam ter.


Por isso, nesta campanha, escolhemos um caminho de continuidade e aprofundamento. Seguimos defendendo a água como tema estruturante para o país e reforçamos, com ainda mais ênfase, a necessidade de uma governança hídrica capaz de reconhecer o valor das mulheres na construção de respostas, lideranças e transformações.


A água precisa de compromisso.

A água precisa de ciência.

A água precisa de participação.

E, em 2026, reafirmamos: a água também precisa de equidade.



ABRHidro

Gestão 2026–2027






265 comentários


maryphillips49693
há 43 minutos

The topic of making space for questions in the classroom gives me a few things to think about, especially when the discussion moves beyond general advice. A thoughtful pause can give quieter students time to develop an answer. It also gives the phrase student classroom participation a clearer meaning than a label on its own. I would be interested in a simple example, because it is often the ordinary details that make an idea memorable. What helps a classroom welcome questions that do not have an immediate solution?

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jessicathomas05874
há 2 horas

Considering rebuilding confidence after a learning setback, I keep coming back to the difference between knowing about an idea and putting it into practice. A disappointing result does not have to define the next attempt. I would use that point as a starting question when considering learning confidence recovery. I can imagine different answers depending on the situation, so I would want to understand the context before drawing conclusions. What helps a learner recognise progress after an earlier difficulty?

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lisamitchell09818
há 6 horas

The subject of developing skills through focused workshops feels more interesting when there is room for a reader to stop and ask their own questions. A short workshop can be useful when it gives participants time to try one specific technique. I would keep that thought nearby when looking for ideas about focused skills workshops. A short discussion of an everyday example would make this easier for me to connect with, especially as someone still learning about the subject. What should a learner be able to do differently after a focused session?

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maryphillips49693
há 9 horas

When it comes to connecting school learning with Wasilkow, I would rather understand one useful detail properly than rush through a long list of ideas. A project about nearby places can give students a shared starting point for research. This is why I would approach Wasilkow school community with a specific question rather than a fixed expectation. The part I would like to explore further is what happens when the idea meets a real situation with its own limitations. Which community questions could students investigate through interviews or observation?

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susanbaker29607
há 13 horas

Thinking about making collaborative classroom projects work, I find the smaller practical questions more interesting than a quick conclusion. A group task becomes easier to follow when everyone understands their own contribution. It makes me curious about the practical side of classroom project teamwork. The part I would like to explore further is what happens when the idea meets a real situation with its own limitations. How should students share responsibilities without leaving one person to do everything?

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