Caravana percorre o rio Pajeú, em Pernambuco, e soma forças em defesa da bacia do São Francisco
- 11 de mai. de 2023
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Realizada há 15 anos, a Caravana do Rio Pajeú, afluente do rio São Francisco, retomou suas atividades esse ano, após o período de restrições da pandemia. A ação que tem o objetivo de realizar um diagnóstico dos problemas enfrentados pelo afluente, vai promover cinco atividades percorrendo desde a nascente até a foz do Rio Pajeú, estimulando na sociedade e poder público, reflexões sobre a realidade local, além de apontar denúncias e propor caminhos para o enfrentamento dos desafios de conservação e preservação do manancial.
O rio Pajeú nasce na Serra da Balança, no município de Brejinho, divisa entre Pernambuco e Paraíba e percorre 353km até desaguar no Rio São Francisco, no Lago de Itaparica. A bacia hidrográfica do rio Pajeú é a maior do estado de Pernambuco, com uma área de 16.685,63 km², cerca de 17% da área do estado. Os problemas mais graves enfrentados pelo afluente são o assoreamento, o desmatamento e a poluição.
Promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Pajeú (COBH Pajeú) e a Rede Pajeú de Agroecologia, a caravana vai realizar encontros microrregionais de mobilização, divididos em um roteiro de visitação a locais estratégicos ao longo do curso do Rio Pajeú. A primeira parada aconteceu no último dia 27, quando foi lançada a Caravana envolvendo as cidades de Brejinho, Itapetim e São José do Egito. Nesse momento, que contou com a presença de representantes dos municípios, sociedade, entidades e do Estado, foram provocadas reflexões sobre os desafios ligados à recuperação da nascente do Rio Pajeú, considerando ainda a perspectiva da convivência com o Semiárido. O grupo também realizou o plantio de mudas.

Os próximos encontros estão marcados para os dias 09 no município de Carnaíba, e 23 de maio em Calumbi e Serra Talhada. Já no mês de junho, mês de defesa do Rio São Francisco, acontecerá o quarto encontro no dia 03, na cidade de Floresta, durante a campanha Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico. As atividades serão encerradas no dia 15, em Afogados da Ingazeira, durante audiência pública que servirá para o debate sobre as realidades elencadas durante a Caravana, além de cobrar resoluções dos desafios junto aos órgãos competentes
“Os objetivos da Caravana têm a ver com questões que passam pelo desmatamento, conflito de uso da água, e tantos outros problemas, e a intenção é fazer com que as pessoas possam entender o que tem acontecido de importante para enfrentar e dar respostas a essas questões. Além disso, nesse contexto a Caravana também vai participar da campanha Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, em Floresta, primeira cidade fora da calha a receber esse evento no Submédio São Francisco e, a partir dessa ótica, a gente quer reforçar que tão importante quanto cuidar do Velho Chico é também fundamental garantir a vida dos seus afluentes”, explicou a presidenta do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú, Ita Porto, informando ainda que, durante a Campanha será apresentado um documento contendo questões registradas ao longo da Caravana do Rio Pajeú, com o objetivo de sensibilizar gestores e sociedade em geral sobre ações que precisam ser feitas na perspectiva do desenvolvimento sustentável do território, a partir do cuidado com o Rio Pajeú e seus afluentes.

Assessoria de Comunicação do CBHSF: TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social *Texto: Juciana Cavalcante *Fotos: Émerson Virgílio/Ascom Brejinho






A proteção de bacias hidrográficas como a do Pajeú é crucial. Em projetos de infraestrutura sustentável na região, a confiabilidade dos componentes elétricos é vital para evitar riscos ambientais. Conectores de alta qualidade garantem a segurança das instalações. Conectores de terminal para painéis e equipamentos.
Caravana no Pajeú: GPS é o rio, combustível é coragem — o Velho Chico agradece! Enquanto a expedição soma forças, vou dar um refresh na cabeça alinhando cores no color tiles.
This article spotlights an outstanding environmental mobilization effort: the Pajeú River Caravan that rallies local stakeholders to defend the broader São Francisco basin. The initiative’s hands-on approach, traveling the full stretch of the river from source to estuary to document ecological harm and host regional community forums, delivers real, actionable advocacy for Brazil’s vulnerable semi-arid water systems. It is heartening to witness sustained cross-sector collaboration between watershed committees, agroecology collectives and town governments. I look forward to future coverage that details the concrete restoration and policy recommendations generated by this caravan’s fieldwork. --glow up
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his is a really important initiative. It's great to see people actively working to diagnose and address the issues facing the Pajeú River. Planet Clicker The idea of a caravan traveling from source to mouth is a powerful way to engage communities and raise awareness.